EDF120 História da Educação II
Curso de Pedagogia da Faculdade de Educação da USP Maurilane de Souza Biccas Professora Livre Docente
terça-feira, 16 de novembro de 2021
Escolas Vocacionais
terça-feira, 9 de novembro de 2021
A República e a Educação Nova no Brasil
O programa da Univesp gravada em 2008, produziu uma entrevista com Jorge Nagle, ex-reitor da Unesp e autor no livro "A Educação e Sociedade na Educação Brasileira". Nesta entrevista foi realizado uma revisão sobre as escolas educacionais brasileiras após a proclamação da República.
https://www.youtube.com/watch?v=_KZ5rqcudpw&ab_channel=UNIVESP
quarta-feira, 27 de outubro de 2021
Trabalho Final de Curso
Trabalho Final
Para a finalização da disciplina História da Educação II, apresento uma lista de filmes como referencia para realizar o trabalho final.
Observem que os filmes abordam de forma direta e ou indireta alguns aspectos dos temas que compõem o programa do curso e ou foram discutidos na sala de aula. A partir da lista elaborada:
1) Selecionem um dos filmes;
2) Eles podem ser encontrados, na sua grande maioria no youtube, ou em plataformas de streaming;
3) Elaborem uma sinopse geral do filme, apresentando: o título, diretor, produção (país), ano, temática e os principais atores e atrizes;
4) Façam uma análise do filme sobre algum aspecto ou dimensão que avaliarem como relevante para produzirem uma análise utilizando a bibliografia do curso;
5) Sintam-se livres para escrever o que considerem pertinente de acordo com as temáticas e discussões realizadas no curso;
6) O trabalho deve ter no mínimo 4 páginas e no máximo 10 páginas
A lista de filmes é a seguinte:
1) As Sufragistas - 2015;
2) O Pagador de Promessas - 1962;
3) Nenhum a Menos - 1998;
4) Desmundo - 2002;
5) 12 Anos de Escravidão - 2013;
6) Dr. Gama - 2021;
7) Adeus Meninos – 1987;
8) Billie Eliot - 2000;
9) Gattaca - 1997;
10) O Jarro - 1992;
11) Quando tudo começa - 1992;
12) Madadayo - 1993;
13) Bicho de Sete Cabeças - 2000;
14) Central do Brasil - 1998;
15) Sarafina: o som da liberadade – 1993;
16) Os Filhos do Paraíso – 1997;
17) A Missão – 1986;
18) Brincando nos Campos do Senhor – 1991;
19) Crianças Invisíveis – 2005;
20) Narradores de Javé – 2003.
terça-feira, 26 de outubro de 2021
Filmes: As Sufragistas e Malala
Feminismo é destaque em estreias da Netflix: As Sufragistas e Malala
Filme As Sufragistas mostra luta das mulheres por seus direitos; documentário Malala retrata trajetória da paquistanesa
Se hoje nós, mulheres ocidentais, temos direito ao voto e participamos na política, muito devemos às suffragettes, feministas britânicas que lutaram pelo direito ao voto entre o final do século XIX e início do século XX. A Inglaterra é lar, hoje, da paquistanesa Malala Yousafzai, 20 anos. Ela foi vítima de uma tentativa de assassinato pelos talibãs, que não aceitam que mulheres queiram ou possam estudar em pleno século XXI. Assim como as suffragettes, apesar das ameaças de morte e do sofrimento, Malala manteve sua luta pelo direito das mulheres à educação e é exemplo vivo da contínua luta feminina por direitos.
Histórias de mulheres corajosas, como a da lavadeira Maud Watts e de Malala, são destaques neste mês na Netflix. O filme As Sufragistas (2015), dirigido por Sarah Gravon, estará disponível a partir desta segunda-feira (15) no serviço de streaming.
Já o documentário Malala (2015), dirigido por Davis Guggenheim, pode ser assistido por assinantes desde o início do mês.
No longa inspirado em fatos reais são quatro as personagens de destaque: Maud Watts (Carey Mulligan), Emmeline Pankhurst (Meryl Streep), Edith Ellyn (Helena Bonham Carter) e Violet Miller (Anne-Marie Duff). Apenas Emmeline existiu na vida real: é a mais notória sufragista da história.
Streep interpreta Emmeline Pankhurst
(Fotos: Reprodução)
O drama resgata a luta pelo voto feminino, em 1912, e se baseia no princípio da sororidade (irmandade feminina). Mostra ainda a briga por direitos básicos. “A vida era muito difícil. O horário de trabalho era terrível, mulheres ganhavam muito menos e trabalhavam mais que os homens”, comentou Mulligan no lançamento do filme. Streep afirmou que “o movimento sufragista era visto como uma ameaça porque a sociedade era comandada por homens”.
A trama acompanha a história de Maud, operária que leva uma vida dura ao lado do marido e do filho. Sem orientação política, ela vai se reconhecendo na luta de outras mulheres até que se torna uma ativista ferrenha.
Enfrentamento
O documentário Malala, sobre a adolescente paquistanesa baleada por defender o direito das mulheres de seu país à educação, retrata sua história, luta e esforços para alterar o status quo. O diretor inglês acompanhou o dia a dia da jovem, na época com 17 anos. Por conta do atentado, ela ficou surda do lado esquerdo, que permanece paralisado. Guggenheim mostra que Malala é uma adolescente comum e estudiosa. Seu pai, Ziauddin Yousafzai, a criou com liberdade, coisa incomum no Vale do Swat, Paquistão, onde os talibãs chegaram em 2008 e impuseram sua interpretação do Alcorão.
Malala e o pai
(Foto: Reprodução)
Entre as curiosidades da vida de Malala - pessoa mais nova a receber um Prêmio Nobel da Paz, em 2014 - está o fato dela ter sido batizada pelo pai em homenagem a uma heroína do tradicionalismo afegão. “Você lhe deu o nome de uma menina que foi morta por falar. É quase como se dissesse que com a sua filha seria diferente”, provocou o diretor. “Você está certo”, respondeu o pai.
Hoje com 20 anos, Malala viaja para ajudar outras pessoas e mostrar sua experiência de vida. Em 2017, acabou o ensino médio e tornou-se Mensageira da Paz da Organização das Nações Unidas (ONU). É um exemplo vivo de enfrentamento e de que é preciso ter muita coragem para ser mulher nesse mundo.
https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/feminismo-e-destaque-em-estreias-da-netflix-as-sufragistas-e-malala/
A feminização do magistério
História da Educação no Brasil
Conferir no link abaixo, uma aula sobre a "Feminização da profissão docente.
https://www.youtube.com/watch?v=Yz5WuZ7iG_g&list=PLxI8Can9yAHczJD8LmcAW8Pd19KHiL2qW&t=715s
terça-feira, 19 de outubro de 2021
Mulheres e inovação docente (São Paulo e França, nas décadas de 1860 a 1960
quarta-feira, 13 de outubro de 2021
Luiz Gama - Filme
Brasil de Fato
https://www.brasildefato.com.br/2021/08/20/doutor-gama-filme-brasileiro-e-selecionado-para-o-maior-festival-de-cinema-negro-do-mundo
O longa metragem brasileiro Doutor Gama foi selecionado para participar do American Black Film Festival (ABFF), maior evento de cinema negro do mundo. O filme nacional está entre as 10 obras escolhidas para integrar a edição que marca o aniversário de 25 anos do festival.
Dirigido pelo cineasta Jeferson De, Doutor Gama conta a trajetória de um dos personagens mais impressionantes da história brasileira. O abolicionista nasceu livre na Bahia, foi vendido pelo próprio pai para pagar uma dívida de jogo, aprendeu a ler e a escrever já adulto e, como advogado, libertou mais de 500 pessoas escravizadas.
Nos cinemas e disponível na plataforma de streaming Globo Play desde o início do mês, o filme vem alcançando reações positivas de crítica e público. A participação no ABFF é mais um ponto de consagração, que abre caminhos para possibilidades como o Oscar e o Bafta.
No Dia do Cinema Brasileiro, a comemoração dá lugar à resistência
Em entrevista para o Brasil de Fato, Jeferson falou sobre a seleção em primeira mão (ouça a conversa na íntegra no tocador de áudio abaixo do título desta matéria). Emocionado, ele celebrou: "Recebi a notícia ontem. Ainda estou com os olhos brilhando". Para o cineasta, a seleção indica interesse em uma história que precisa ser contada.
"É algo muito grandioso, porque a comunidade negra americana está pressionando o Oscar há muito tempo. Chegar lá com um filme brasileiro e preto neste momento é muito importante". O diretor completa "Eles estão de olho na gente. Eles querem saber - quem é esse tal de maior abolicionista brasileiro, que a gente nunca ouviu falar?".
Luiz Gama é dono de uma história surpreendente, que deixa no chinelo a trajetória de qualquer super herói ficcional. Ele era filho de Luísa Mahin, mulher africana, livre e que participou ativamente de levantes negros e negras na Bahia.
"Em 1837, depois da revolução do dr. Sabino, na Bahia, veio ela ao Rio de Janeiro, e nunca mais voltou. Procurei-a em 1847, em 1856 e em 1861, na Corte, sem que a pudesse encontrar. "afirma o próprio Gama em carta ao jornalista e amigo Lucio de Mendonça, datada de 1880.
Aos dez anos de idade, Luiz Gama foi vendido pelo próprio pai, levado de barco ao Rio de Janeiro e comprado por um contrabandista. Com um grupo de mais de 100 pessoas escravizadas, atravessou a muralha natural da Serra do Mar, de Santos a São Paulo, a pé.
A história por trás de Luiz Gama, lutador contra o Brasil escravocrata
Foi na capital paulista que ele cresceu, servo na casa de uma família branca. Aprendeu a ler e a escrever já adulto, frequentou aulas de direito como ouvinte na Universidade de São Paulo (USP), conseguiu licença para atuar, mesmo não matriculado oficialmente e, dali, partiu para os tribunais.
"É uma criança, que nasceu livre. Ele foi vendido pelo próprio pai, comercializado como coisa, produto, objeto", conta Jeferson De. O diretor, no entanto, afirma que a vida de Luiz Gama não cabe no conceito de herói.
"Eu tinha a impressão de que eu estava fazendo um filme sobre um super herói e toda hora eu tinha que me corrigir. Eu falava - não é um super herói, esse é o Luiz Gama e essa é a luta de Luiz Gama, que provavelmente foi a luta de muitas pessoas", conta Jeferson.
Como combater um mundo estreito e repleto de violência
O cineasta quer muito mais que o registro dessa jornada em filme. Para Jeferson, Luiz Gama precisa ser reconhecido e chegar a todos, às "quebradas" inclusive. "É a nossa história, é como resgatar a história de um parente, de um avô. Para mim tem esse lugar, eu, como homem preto, fazendo um filme sobre um ancestral".
Das palavras de Jeferson vem a certeza de que, no Brasil de hoje, conhecer, celebrar e destacar a figura de Luiz Gama são atos de absoluta relevância. "Ele tem uma importância para nós negros, mas ele tem uma importância para esse Brasil que a gente se quer, república, um Brasil livre, com a participação de todos."
Edição: Vivian Virissimo
Escolas Vocacionais
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